sexta-feira, 19 de abril de 2013

Convênios Fatepa

Pensando em você a Fatepa criou convênios com algumas empresas, afim de proporcionar um Mundo de Oportunidades. 
A Fatepa oferece descontos para você e para seus dependentes em diversos cursos.

Entre em contato com a Fatepa e saiba mais sobre nossos convênios e descontos.





quarta-feira, 17 de abril de 2013

Veja 6 dicas inspiradas em Abraham Lincoln de como ser um líder de sucesso


Abraham Lincoln deixou um grande legado como presidente norte-americano. Seu nome está em alta devido ao filme recentemente lançado nos cinemas e que ainda se encontra em cartaz. Uma matéria publicada no jornal norte-americano The New York Times afirmou que executivos, empresários e outros profissionais do mundo dos negócios deveriam se voltar mais à história deste personagem. A publicação sugere algo como uma “Escola Lincoln de Gestão”.

O longa, que relata a luta de Lincoln durante um dos piores momentos da história dos EUA - a Guerra Civil, é um exemplo a ser transferido para os negócios. Segundo o New York Times, vários CEOs e professores têm buscado inspiração para suas vidas, sob observação da trajetória de Lincoln.

Segundo relatou um consultor estratégico ouvido pelo jornal, Ari Bloom, “na hora de começar seu próprio negócio, nada te prepara para os altos e os baixos do seu lado emocional”, diz ele, complementando que sempre haverá obstáculos grandes e pequenos. Problemas ocorrem diariamente, desde questões pessoais até atrasos de distribuidores, falta de pagamentos ou até furacões. “Lincoln passou por situações assim, mesmo com muita gente discordando dele”, afirmou Bloom ao New York Times.

Apesar de tanta gente discordar dos rumos que Lincoln queria dar à libertação do país, ele persistiu, e ainda com seus níveis de depressão aumentando, ele traçou metas e se comprometeu a libertar os Estados Unidos da escravidão e, assim o fez.

Veja alguns exemplos da vida de Lincoln que podem ser facilmente relacionados aos aspectos da vida corporativa:

Equilíbrio emocional

Durante a guerra, Lincoln também enfrentou a morte de um filho seu de 11 anos, além de uma profunda depressão que afetou tanto ele, quanto sua mulher. Apesar disso, o presidente manteve seu objetivo fixo.

Persistência

Em meados de 1862, o número de voluntários para o exército caiu bastante e sob severas críticas dos meios de comunicação da época, os abolicionistas ficaram frustrados com a situação. Embora mergulhado em todo este risco de uma “falência” do governo, Lincoln persistia ao passo que ia elaborando suas metas.

Paciência
Segundo a reportagem do New York Times, nos dias de hoje é crucial que o bom líder tenha paciência. Como vivemos em um ambiente repleto de ferramentas de comunicação, é difícil se controlar e evitar a turbulência das decisões instantâneas. Lincoln soube ter paciência. “Se o e-mail existisse na época dele, a história poderia ter tomado um rumo pior”, conta a publicação.

Ouvir os demais
Segundo o New York Times, Lincoln aceitou o conselho de um de seus secretários para esperar pela vitória antes de proclamar a emancipação norte-americana, pois assim ficaria descartada a possibilidade de tal feito ter sido realizado numa atitude de desespero político. Além disto, Lincoln ouvia todos os lados, fossem eles em acordo ou não com seus ideais.

Importância dos Stakeholders 

Abraham Lincoln se dirigia até os locais de batalha para ouvir dos próprios soldados sobre a situação da guerra nos EUA para assim tomar as melhores atitudes; o então presidente também atendia às solicitações de cidadãos em seu escritório.

O "sucesso compartilhado"

De acordo com o que relatou o CEO do Starbucks, Howard Schultz, ao jornal, o presidente ensinou que se você é um líder empresarial, um empresário ou até um funcionário do governo, ”sua principal responsabilidade é servir a todas as pessoas”, excluindo assim qualquer espaço para preencher o auto-interesse. “Lincoln sabia que o sucesso é melhor quando compartilhado”, contou o CEO.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Educação Esfarelada

      
                                           Original de Osvaldo Filippsen

                 Passados meus últimos dez anos de vida de trabalho em sala de aula, compilei   um conjunto de situações observadas com alunos.
              
                São relatos que eu mesmo observei e outros que recebi de meus colegas professores ao longo do tempo.

                O foco dessas observações são as escolas particulares, incluindo aqui o nível fundamental, médio e técnico.

                Principais problemas citados pelos professores em relação aos alunos:                             
a)       Alunos conversam paralelamente ao professor e atrapalham a aula.
b)       Alunos chegam atrasados na aula e atrapalham o professor.
c)       Alunos saem mais cedo das aulas, durante as explicações do professor.
d)       Algumas alunas lixam as unhas durante as aulas e não prestam atenção no professor.
e)       Alguns alunos não trazem material da aula para a aula.
f)        Alguns alunos reclamam da matéria e do professor.
g)       Alguns alunos demoram para voltar para a aula após o intervalo.
h)       Alguns alunos esperam tocar o sinal do término do intervalo para daí saírem da sala.
i)         Alguns alunos entram e saem da aula a todo momento, atrapalhando a aula do professor.
j)         Alguns alunos ouvem músicas em seus celulares durante a aula.
k)       Alguns alunos demonstram preguiça e má vontade na aula, principalmente nas apresentações.
l)         Alguns alunos tem faltas em excesso.
m)     Alguns alunos presentes na aula demonstram total desinteresse pela disciplina.
n)       Alguns alunos usam bonés em sala de aula, demonstrando desrespeito as normas da escola.
 
Eu mesmo conversando com os alunos ao longo do tempo, ouvi as seguintes explicações para tais situações:
 
a) Algumas matérias são chatas e nem sabemos para que vai servir.
b) A escola não tem regras definidas sobre determinados comportamentos em suas instalações.
c) O professor mal sabe a matéria e passa muito mal.
d) Nós estamos pagando e temos os nossos direitos.
e) O setor pedagógico da escola não acompanha de perto os alunos e os professores.
 f) O professor é muito fraco, não impõe respeito em ninguém.
g) Tem dias que a gente não está a fim de nada.
 
 
Esse cenário pode ser visto da seguinte trilogia: Professor, Aluno, Escola e cada um com a sua parcela de contribuição, senão vejamos. 
 
Os alunos muitas vezes vão para as escolas achando que, ao pagarem, terão suas vidas facilitadas ou que ninguém vai cobrar nada.
 
Os professores parecem ficar entre denunciar e correr o risco de serem demitidos e não darem atenção e ficarem "marcados" e doentes.
 
A escola se faz de cega, afinal é mais fácil demitir um professor do que perder um aluno e o respectivo faturamento.
 
É preciso salientar que há gente muito séria trabalhando na educação e conduzindo suas escolas com o mais alto rigor de competência.
 
Esses se salvam.
 
Para esfarelar mais ainda a educação, vou acrescentar a esfera pública.
 
Nesta última, acrescentam-se ainda outros problemas diários:
 
a) Alguns alunos brigam dentro da sala de aula.
b) Alguns alunos brigam dentro do pátio da escola.
c) Alguns alunos portam armas dentro da escola.
d) Alguns alunos ameaçam professores, funcionários e diretores.
e) Alguns alunos agridem professores, funcionários e diretores.
f) Alguns alunos usam drogas dentro da escola.
g) Alguns alunos vandalizam as dependências da escola.


Pois bem, esse é o cenário.

A educação começa em casa e termina na escola como processo de instrução e formação de um cidadão consciente de seus atos.
 
Como começar em casa se a instituição família também está esfarelada?
 
Cabe então a escola instruir e mais educar, papel último esse que não lhe cabe.
 
A educação é um dos pilares básicos para a evolução de um povo, um país e um cidadão livre.
 
Mas num país em que a educação não é prioridade, podemos exemplificar que a democracia é vista como uma possibilidade de brincar sem ser punido,
 
afinal, 1.300.000 eleitores elegeram o palhaço que hoje é tratado por Vossa Excelência Deputado Tiririca. Então, numa brincadeira simples, elegeram um 
 
cidadão que não sabe nem sequer escrever seu nome, quanto mais para representar seu povo. 
 
 
Por fim, para tentar dar solidez a minha tese de que a educação está esfarelada, quero fechar com chave de ouro.
 
1) Como a educação pode ser prioridade num país que está mais preocupado em saber quem matou quem em certa novela, 
 
do que descobrir o nome e punir severamente quem rouba milhões de seus próprios representados?
 
 
2) Para você que não é professor, como se sentiria ao ver seu colega em lágrimas dizer: - Um de meus alunos me mandou a merda em plena aula.
 
 
Simples, Educação Esfarelada. 
 
 
         Osvaldo Filippsen
         Professor de Administração

terça-feira, 9 de abril de 2013

Conheça novos equipamentos para melhorar seu rendimento



Você começou a correr, mas às vezes bate aquele desânimo? É o clima que não ajuda, a roupa que não está adequada ou o cansaço te empurrando para casa? Confira dez dicas preciosas, publicadas na versão online da  revista Women's Health, para não abandonar o treino e alcançar seus objetivos:


1 - Pare de lutar contra
É o vento que atrapalha sua performance? Não lute contra ele! Corra mais devagar e aproveite para aumentar o ritmo durante a calmaria. Reclamar não vai mudar o clima e acaba levando sua motivação para casa.

2 - Pense no tempo
Um dos maiores erros dos corredores iniciantes é pensar em melhorar o rendimento aumentando a distância percorrida. Não se engane! Pense em correr mais cinco ou dez minutos e não em quantos quilômetros você deveria conseguir alcançar.

3 - Escolha do tênis
Procure comprar tênis um pouco mais comprido e largo do que seu pé. Também evite os modelos muito pontudos. Com essas dicas você se poupa de dores desnecessárias nos pés.

4 - Aproveite seu tempo
A vida moderna deixou pouco tempo de sobra para a sua corrida diária? Não importa! Se você tem quinze minutos para correr, todos os dias, invista nesse tempo. Quinze minutos de corrida é melhor do que nem começar a correr.

5 - Acerte o ritmo
Para saber se você está correndo no ritmo certo, respirando corretamente, faça o teste da conversa. Você deve conseguir falar com seu companheiro de corrida, mas não a ponto de cantar, por exemplo.
6 - Mãos à obra
Preste atenção ao formato da sua mão ao correr. Evite cerrar os punhos. Procure fechar a mão em um formato de concha, mantendo os polegares descansados sobre os outros dedos, como se protegesse um ovo em cada mão.

7 - Hidrate-se!
Não importa se o tempo está frio e você sente menos sede. Beber água ajuda a lubrificar articulações, tendões e ligamentos, além de permitir que o sangue chegue de forma eficiente a todos os órgãos.

8 - Aproveite ao máximo
O tempo que você percorre em corridas mais lentas ou durante aquecimentos também conta. Nestes momentos você queima calorias de forma tão eficaz quanto em corridas rápidas. Independente do ritmo, a cada cerca de um quilômetro e meio percorrido você queimará 100 calorias.

9 - Aprenda a escutar seu corpo
Ouvir o que seu organismo tem a dizer é a melhor forma de melhorar seus rendimentos e também de manter a motivação em alta. Se você está sempre muito cansado e apático após o treino, é melhor diminuir o ritmo. Manter uma rotina de exercícios estressante vai fazer você enxergar a atividade como uma tarefa a ser cumprida e, não, um prazer.  

10 - Relaxe
Depois de correr, não volte para a sua rotina no mesmo ritmo. Aproveite o tempo para relaxar, meditar e pensar calmamente nas coisas que precisa fazer. Não esqueça que este deve ser um momento de prazer.
 


]



sexta-feira, 5 de abril de 2013

"RENDA VARIÁVEL – CENÁRIO


Em um primeiro trimestre onde Bolsa de Valores trouxe rendimentos negativos, renda fixa foi neutra, ouro e dólar se destacaram positivamente, falar sobre RENDA VARIÁVEL é falar sobre algo extremamente atual para nós brasileiros. Em economias onde os juros básicos são baixos, é natural que a poupança destinada a investimentos procure alternativas para que suas aplicações rendam mais. 
No Brasil, estamos exatamente nesse momento. A SELIC, nossa taxa básica juros, vem oferecendo ganhos reais nulos ou negativos e, portanto, é inexorável que o mercado financeiro avance para o mundo da renda variável, o que é extremamente saudável pois criará alternativas para tomadores e aplicadores de recursos, trazendo novas formas de financiamentos, incentivando o crescimento dos investimentos no país. 
Por outro lado é impossível falar de renda variável sem falar sobre riscos. Acostumados com baixo risco, gordas rentabilidades e farta liquidez dos títulos públicos de outrora,teremos que nos acostumar a correr mais riscos. 
RISCO, no mundo das finanças, de forma muito sintética, é a possibilidade de ter prejuízo financeiro. É de uma forma ou de outra a possibilidade de algo dar errado impactando negativamente nos retornos inicialmente esperados em uma aplicação financeira. Aplicações em ações, em ouro, dólar, derivativos, commodities entre tantos, são operações que trazem risco. Quanto maior o risco, maior tem que ser o retorno esperado, essa é a regra, inquestionável, mas muitas vezes esquecida. 
Nesse sentido, falarei sobre três ingredientes dos riscos inerentes a renda variável que teremos que conviver. 
O primeiro é a liquidez, conceito importantíssimo no mundo dos negócios. Diferente da agradável liquidez diária da maioria das aplicações de renda fixa, querer sair no meio do caminho em uma operação de renda variável pode trazer perdas ou deságios maiores que as esperados. Portanto, para renda varável, não podemos aplicar recursos correntes e sim poupança. 
O segundo é o apetite para riscos, ou melhor, estômago para perdas. Renda variável é excelente quando tudo dá certo, mas quando dá errado saber o quanto está disposto a perder é fundamental. Perder somente aquilo que está disposto a perder é imprescindível para permanecer no jogo. No mercado financeiro, chamamos de “stop losses”, técnica que se seguida a risca , diferencia os vencedores dos perdedores. 
O terceiro ingrediente é a informação e conhecimento técnico. Diferente da renda fixa que não necessita de grandes explicações sobre seu funcionamento, a renda variável merece e merece muito. E esse papel, no meu entendimento, cabe aos bancos, fundos, corretoras e governo. 
Explicar e educar os investidores sobre os detalhes e pormenores dessa nova realidade de investimentos é fundamental para que esse mercado cresça de forma saudável, evitando assim um novo ano de 2008 ou 2009, fatídicos anos das fortes perdas com derivativos cambiais, no qual a maioria dos perdedores não sabia o que estava acontecendo. 
Finalizando, reitero meu forte otimismo para com essa nova fase do mercado financeiro brasileiro, onde renda varável assume papel importante e que com certeza trará novos investimentos e consequentemente crescimento econômico, mas ao mesmo tempo me preocupo com a mudança cultural que nós brasileiros teremos que sofrer."

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Carta de uma MÃE para sua FILHA



“Minha querida menina, no dia que você perceber que estou envelhecendo, eu peço a você para ser paciente, mas acima de tudo, tentar entender pelo o que estarei passando. Se quando conversarmos, eu repetir a mesma coisa dezenas de vezes, não me interrompa dizendo: “Você disse a mesma coisa um minuto atrás”. Apenas ouça, por favor. Tente se lembrar das vezes quando você era uma criança e eu li a mesma história noite após noite até você dormir. 
Quando eu não quiser tomar banho, não se zangue e não me encabule. Lembra de quando você era criança eu tinha que correr atrás de você dando desculpas e tentando colocar você no banho?
Quando você perceber que tenho dificuldades com novas tecnologias, me dê tempo para aprender e não me olhe daquele jeito...lembre-se, querida, de como eu pacientemente ensinei a você muitas coisas, como comer direito, vestir-se, arrumar seu cabelo e lhe dar com os problemas da vida todos os dias...o dia que você ver que estou envelhecendo, eu lhe peço para ser paciente, mas acima de tudo, tentar entender pelo o que estarei passando. Se eu ocasionalmente me perder em uma conversa, dê-me tempo para lembrar e se eu não conseguir, não fique nervosa, impaciente ou arrogante. Apenas lembre-se, em seu coração, que a coisa mais importante para mim é estar com você.
E quando eu envelhecer e minhas pernas não me permitirem andar tão rápido quanto antes, me dê sua mão da mesma maneira que eu lhe ofereci a minha em seus primeiros passos. Quando este dia chegar, não se sinta triste. Apenas fique comigo e me entenda, enquanto termino minha vida com amor.
Eu vou adorar e agradecer pelo tempo e alegria que compartilhamos. Com um sorriso e o imenso amor que sempre tive por você, eu apenas quero dizer, eu te amo minha querida filha.”

terça-feira, 2 de abril de 2013

Novo protesto contra o aumento do ônibus é realizado em Porto Alegre


Uma nova manifestação contra o reajuste das passagens de ônibus em Porto Alegre reuniu cerca de 5 mil pessoas na noite desta segunda-feira (1) no centro da cidade, segundo estimativas da Brigada Militar. Desta vez, não houve confronto entre manifestantes e policiais e nenhum incidente grave foi registrado.
A mobilização começou por volta das 16h30. Os manifestantes se concentraram em frente à prefeitura da capital e, de lá, percorreram ruas e avenidas do centro da cidade. Com cartazes e palavras de ordem, eles exigiram a revogação imediata do reajuste da tarifa, elevada para R$ 3,05 no dia 25 de março.