terça-feira, 16 de junho de 2015

Cassio Mattos - O papel do futuro profissional de Recursos Humanos - Semana Acadêmica Fatepa

Informações sobre o palestrante:

Atuando em RH de:
- 1981 até 1997 como executivo de RH em empresas como: Brahma, Souza Cruz, Olvebra, Memphis e Pepsi Cola.
- 08/01/1998 em diante com a CMC Consultores, empresa orientada para atuar com dois focos distintos, mas complementares em: 1) recrutamento e seleção de Profissionais de nível superior e executivos;
2) Desenvolvimento de profissionais e / ou equipes, com projetos customizados desde a etapa de Assessment e em alguns caso a continuidade por meio de Consultoria em gestão de mudanças e estruturas organizacionais, coaching e revisão de processos e modelos de negócios.
Graduado em Administração de Empresas pela Faculdade São Judas Tadeu; 
Pos Graduado em gestão de Empresas do Terceiro setor, na PUCRS.

Especializações: Assessment, Coaching, Hunting e Remuneração Estratégica.













sexta-feira, 12 de junho de 2015

Semana Acadêmica Fatepa - Palestras.

Informações sobre o Palestrante:

Leandro de Azevedo Milani, graduado em Administração de Empresas com MBA pós graduado como Master em Organizações, profissional com 30 anos de experiência em Consultorias de Recursos Humanos em empresas nacionais e multi nacionais, atualmente Diretor da Milani Assessoria em RH com atuação em Planejamento e Orientação de Carreira e projetos de consultoria e treinamentos em Recursos Humanos, é também Diretor de Novos Projetos no Sindicato dos Administradores do RGS e Coordena um grupo de discussão de RH, pelo Yahoo Grupos, com aproximadamente 3000 participantes. É uma eterno Aprendiz.





Informações sobre a palestrante: Joice Bandeira

Experiência voltada à área de Gestão de RH com ênfase em Desenvolvimento Humano e Organizacional e vivência em Consultoria Externa e Interna. 
Vivência na área de Serviços, Indústria, varejo, bem como, empresas familiares.
Domínio dos principais processos nas áreas Comercial e Tl, bem como nos subsistemas de RH como:R&S, T&D, Clima Organizacional, Gestão de Desempenho e Cultura Organizacional, tendo 16 anos de experiência em RH. 
Experiência com desenvolvimento de equipes, coaching para lideranças, implantação de escola de vendas com foco no resultado e atendimento ao cliente, definição e reavaliação procedimentos e normas, bem como internalização de folha de pagamento e implantação de REP. 
Sou grafóloga e ministro curso de grafologia, bem como, utilizo a avaliação para desenvolvimento de potenciais e levantamento de perfis.






segunda-feira, 8 de junho de 2015

Asus anuncia primeiro computador com tamanho de pen-drive a ter sistema Windows 10 (NOTÍCIAS e TÉCNOLOGIA PESSOAL)



Asus apresentou nesta semana o primeiro computador com tamanho de um pen-drive a vir com o sistema Windows 10 de fábrica. Exposto durante a feira de tecnologia de Taiwan, a Computex, o Pen Stick tem processador Intel Cherry Tail e se torna efetivamente um computador quando o plugamos em uma TV ou monitor via HDMI.
O Pen Stick tem também 2 GB de memória RAM, 32 GB de armazenamento interno, leitor de cartões microSD, duas portas USB 2.0, uma porta microUSB 2.0 (que permite que ele seja ligado a uma tomada), e ele suporta o Wi-Fi padrão N e Bluetooth 4.0.

O aparelho chegará às lojas nos Estados Unidos no quatro trimestre de 2015, entre outubro e dezembro, ao custo de 150 dólares.
A Asus não é a primeira empresa a lançar computadores de bolso como esse. A Intel apresentou há alguns meses o Compute Stick, que funciona de forma semelhante, mas com Windows 8.1, e não o 10. O Google também entrou nesse segmento com o Chromebit, que roda sistema Chrome OS, o mesmo que encontramos em Chromebooks.
Confira a seguir um breve hands on do Pen Stick gravado pelo canal MobileGeek.de:  https://www.youtube.com/watch?v=Ol6a6mz2ZHE

segunda-feira, 18 de maio de 2015

Ex-engenheiro da NASA planeja plantar 1 bilhão de árvores por ano usando drones. (NOTÍCIAS e TECNOLOGIA PESSOAL)



Plantar 1 bilhão de árvores ao longo de um ano, usando drones. Esta é a ambiciosa meta da startup americana BioCarbon Engeneering, liderada por Lauren Fletcher, um ex-engenheiro da Nasa que agora estuda maneiras de utilizar a tecnologia para o bem da humanidade. O plano se baseia nas estimativas da companhia de que 26 bilhões de árvores sejam derrubadas pela expansão urbana, enquanto somente 15 bilhões são replantadas por ano.

"Vamos combater o desflorestamento em escala industrial com o reflorestamento em escala industrial", afirma Fletcher em um dos vídeos de divulgação. O método de plantio é diferente do tradicional, que consiste em jogar sementes secas no chão. Segundo a companhia, isso faz com que o índice de sobrevivência seja baixo.

O processo começa com a análise do solo, feita pelos drones. Imagens em alta definição são captadas e mapas em 3D são gerados para avaliação da empresa. Ao encontrar um local adequado, as máquinas voam a uma altura de dois a três metros do chão e, então, liberam cápsulas com sementes pré-germinadas cobertas com um hidrogel nutritivo.
Os drones também acompanharão o processo de crescimento das árvores e poderão repor as sementes, se necessário. A empresa não diz que o método é melhor do que a plantação feitas por pessoas, mas certamente é mais veloz e 15% mais barato.

Dois operadores humanos controlarão diversos drones para que eles plantem 36 mil árvores por dia. "O único jeito de atacarmos problemas antigos é utilizando técnicas que não estavam disponíveis antes", diz Fletcher.
Segundo um estudo, divulgado em março deste ano pela revista Science Advances, 70% das florestas do mundo estão ameaçadas pelo desmatamento.
Por enquanto, a BioCarbon tem um protótipo que foi apresentado na Drones for Good, uma mostra de iniciativas que usam os drones para o bem da humanidade, realizada nos Emirados Árabes. A previsão é que a empresa tenha versões totalmente funcionais dos aparelhos até o final de setembro deste ano.


segunda-feira, 11 de maio de 2015

NOTÍCIAS, TECNOLOGIA PESSOAL: Microsoft explica com uma camiseta por que pulou o Windows 9


Windows






Joe Belfiore usando a camiseta: mensagens em código binário foram decifradas


No ano passado a Microsoft anunciou que irá lançar em 2015 o Windows 10. Ele é o sucessor do Windows 8. Não é difícil ver o problema aqui – principalmente para quem aposta na racionalidade (como engenheiros) ou para quem tem algum nível de TOC.
Na semana passada, a empresa fez uma grande apresentação para abrir a conferência Microsoft Build, o evento para desenvolvedores. Durante a abertura, uma das pessoas que esteve no palco foi Joe Belfiore.
Ele estava usando uma camiseta que tinha como desenho o logo do Windows. Algumas pessoas perceberam que o desenho era formado por números 0 e 1. Ou seja, era um código binário.
O desenvolvedor Kévin Gosse foi capaz de copiar todo o conteúdo e desvendar qual era a mensagem que estava escrita. No final as contas, eram quatro frases diferentes – cada uma em um dos quartos do desenho. Uma delas falava sobre o Windows 10.
Veja as mensagens a seguir.
1 — "Existem 10 tipos de pessoas no mundo"
A frase é uma piada comum entre pessoas que sabem código binário. A graça é que a combinação “1,0”, em binário, significa o número dois.
No final das contas, a brincadeira é que existem dois tipos de pessoas no mundo: aquelas que entendem código binário e aquelas que não entendem.
2 — "Windows 10, porque o sete comeu o nove"
O texto original é “Windows 10, because 7 8 9”. Ao falar a frase em voz alta, em inglês, a sonoridade fica próxima de dizer que o Windows será 10, porque o sete comeu o nove.
A brincadeira é comum entre crianças. Belfiore achou que seria divertido usar o jogo de sons como explicação para a grande dúvida de por que o Windows 9 nunca existiu.
3 — "Parabéns por ser um dos primeiros"
4 — "Windows Insiders nos ajudam a desenvolver o futuro. Fale com a gente"
O Windows Insider é um programa da Microsoft para avaliação de produtos em desenvolvimento. Participando do Windows Insider, usuários podem usar o Windows 10 antes e enviar opiniões e comentários sobre o sistema para a Microsoft.
Por último está o nome da conta da empresa dentro do Twitter: @Windows.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Cientistas apresentam projetos de chips capazes de melhorar rendimento intelectual


A estimulação cerebral com eletrodos será uma prática habitual em dez anos, e por meio dela as pessoas poderão melhorar o rendimento intelectual delas. A implantação de chips no cérebro permitirá que deficientes escrevam com a mente e se curem de doenças neurológicas. Essas são algumas das promessas dos neurocientistas que, na última quarta-feira (29), expuseram o que há de mais inovador na área da estimulação cerebral durante o evento B Debate, realizado na cidade espanhola de Barcelona.

Segundo os especialistas, essas técnicas podem melhorar o rendimento mental das pessoas, assim como o café ou outras bebidas energéticas, e poderão inclusive realizar os estímulos de acordo com padrões personalizados. Entre os avanços próximos para pacientes com paralisias estão a possibilidade de "escrever mensagens de texto e controlar outros dispositivos com o implante de um chip no cérebro", explicou a neurocientista Mavi Sánchez Vives.

Além disso, os chips "poderão registrar a atividade cerebral, analisá-la em linha, escrever pensamentos e até mesmo navegar online". De acordo com Sánchez, a neuroestimulação elétrica de determinadas regiões do cérebro já mostrou benefícios ao tratar sintomas de depressão, bloquear ataques de epilepsia, induzir a recuperação de acidentes vasculares cerebrais e controlar tremores do Parkinson.

Ao longo dos próximos dez anos, prometem os especialistas, também veremos avanços de próteses sensoriais e visuais, que gerarão estímulos na crosta cerebral e poderão proporcionar informação visual a cegos. A cientista se mostrou a favor do uso de aplicativos móveis para controlar atividades cerebrais como o sonho, mas alertou que "é preciso ir com cuidado em relação às estimulações no cérebro, já que não se sabe quais os efeitos a médio e longo prazo".
Na opinião de Sánchez, a vida dos pacientes com paralisias ou doenças que não os permitem se comunicar com o exterior "pode melhorar muito ao longo destes anos". A especialista diferenciou dois tipos de tecnologia aplicáveis: a não invasiva, que pode ser utilizada para fins recreativos, já que não envolve afetação ao cérebro; e a invasiva, que requer neurocirurgia e "só é justificada no caso de pacientes".