terça-feira, 25 de junho de 2013

O que é estresse (ou stress)


Estresse (ou stress) é um instinto. O corpo reage quando se depara com uma ameaça real ou imaginária. A pressão arterial sobe, a freqüência cardíaca aumenta, a respiração fica ofegante, os músculos ficam tensos, dá dor de barriga. Observem que eu disse ameaça real ou imaginária, você pode tanto estar sendo atacado por uma pessoa furiosa como pode estar imaginando que o namorado vai romper com você – pois você “percebeu” que ele está com um ar distante, ou imagina que o chefe vai te demitir porque esta semana ele te cobrou mais do que o normal. Independente de estas situações serem verdadeiras, se te passou pela cabeça que seu chefe vai te demitir o corpo acredita, e acreditando começará a reagir como se fosse verdade. Na realidade seu cérebro não sabe o que é real, tudo o que você pensa, como o que você vive de fato, é percebido pelo cérebro como realidade.

A repetição dessa reação do seu corpo ao estresse faz com que você produza hormônios que podem ser perigosíssimos, podem desencadear desde uma simples dor de cabeça como infarto.

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Vitamina D

A vitamina D (ou calciferol) é uma vitamina que promove a absorção de cálcio
(após a exposição à luz solar), essencial para o desenvolvimento normal dos
ossos e dentes, atua também (recentemente descoberto), no sistema imune, no
coração, no cérebro e na secreção de insulina pelo pâncreas. É uma vitamina
lipossolúvel obtida a partir do colesterol como precursor metabólico através
da luz do sol, e de fontes dietéticas.

Funcionalmente, a vitamina D atua como um hormônio que mantém as
concentrações de cálcio e fósforo no sangue através do aumento ou diminuição
da absorção desses minerais no intestino delgado. A vitamina D também regula
o metabolismo ósseo e a deposição de cálcio nos ossos. A vitamina D também é
muito importante para crianças, gestantes e mães que amamentam, por
favorecer o crescimento e permitir a fixação de cálcio nos ossos e dentes.

Além da importância na manutenção dos níveis do cálcio no sangue e na saúde
dos ossos, a vitamina D tem um papel muito importante na maioria das funções
metabólicas e também nas funções musculares, cardíacas e neurológicas. A
deficiência da vitamina D pode precipitar e aumentar a osteoporose em
adultos e causar raquitismo, uma avitaminose, em crianças.

A Vitamina D é armazenada nos tecidos do corpo humano como a
25-hidroxivitamina D e derivados (25-OH-D). A vitamina biologicamente ativa
(1-alfa, 25-dihidroxivitamina) D3 é produzido localmente em vários tecidos,
modulando a absorção de cálcio e as respostas inflamatórias. A quantidade de
vitamina D em relação ao estado nutricional do paciente é realizada através
de uma coleta simples de soro (25-OH-D).

Como fornecer vitamina D ao organismo deficiente?

A exposição ao sol desencadeia a produção de vitamina D na pele. Alguns
alimentos também representam uma fonte desta vitamina. O óleo de fígado de
bacalhau foi utilizado também como suplemento alimentar para evitar o
raquitismo, sendo hoje em dia facilmente substituível por medicamentos
contendo vitamina D, mas a vitamina D da luz solar continua a ser
preferível.

A vitamina D pode ser encontrada sob duas formas: o ergocalciferol (vitamina
D2) e o colecalciferol (vitamina D3). O ergocalciferol é produzido
comercialmente a partir do esteróide ergosterol encontrado em vegetais e
leveduras, através de irradiação com luz ultravioleta.
É utilizado como suplemento alimentar para enriquecimento de alimentos como
o leite com vitamina D. O colecalciferol é transformado pela ação dos raios
solares a partir da provitamina D3 (7-deidrocolesterol) encontrada na pele
humana. Ambas as formas D2 e D3 são hidroxiladas no fígado e rins a
25-hidroxicalciferol e subsequentemente à forma biologicamente activa, o
1,25-di-hidroxicalciferol (calcitriol), que actua como uma hormona na
regulação da absorção de cálcio no intestino e regulação dos níveis de
cálcio em tecidos ósseos e renais.

A vitamina D é fundamental para a homeostase do cálcio no organismo. Como
outras vitaminas, deve ser consumida em quantidades adequadas, evitando
faltas e excessos. A quantidade de vitamina D que um adulto precisa varia,
de acordo com a idade.

Poucos alimentos são considerados fontes de vitamina D, mas entre eles
encontram-se a gema de ovo, fígado, manteiga e alguns tipos de peixes como a
cavala, o salmão e o arenque. Embora em menor quantidade, a sardinha e o
atum também têm vitamina D.

Nos Estados Unidos da América é obrigatório que o leite seja reforçado com
vitamina D. Outros alimentos e bebidas também podem ser reforçados com
vitamina D nos EUA, inclusive cereais matinais prontos para comer, produtos
lácteos, bebidas à base de soja e sucos, porém são insuficientes por eles
só.

Porque devemos medir a vitamina D?

- Detectar toxicidade: Você pode ter absorção demasiada, levando a
calcificação vascular de hiper vitaminose D.
- Detectar deficiência: vitamina D regula a absorção de cálcio e fósforo /
reabsorção para manter a saúde óssea.
- Deficiência e insuficiência de vitamina D foram encontrados em estudo
recente, em indivíduos com osteopenia ou osteoporose. A deficiência de
vitamina D foi encontrada em 33% dos indivíduos abaixo de 50 anos de idade e
31,1% dos indivíduos com mais de 50 anos de idade.
- Insuficiência de vitamina D está ligada à depressão e transtorno afetivo.
- A vitamina D é importante em processos neurológicos auto-imunes como
esclerose múltipla.
- A vitamina D regula mecanismos apoptóticos em células pró-inflamatórias.
- Estudos recentes relacionam níveis baixos de vitamina D com maior risco de
ataque cardíaco, vários tipos de câncer e doenças auto-imunes.

No fígado, a vitamina D é convertida em uma forma que pode ser transportada
pelo sangue. Nos rins, essa forma é modificada para produzir hormônios
derivados da vitamina D, cuja função principal é aumentar a absorção de
cálcio no intestino e facilitar a formação normal dos ossos. Na deficiência
de vitamina D, as concentrações de cálcio e de fosfato no sangue diminuem,
provocando uma doença óssea porque não existe uma quantidade suficiente de
cálcio disponível para manter os ossos saudáveis.

Esse distúrbio é denominado raquitismo nas crianças, uma doença que se
manifesta com atraso no fechamento da moleira nos recém-nascidos (importante
na calota craniana), desmineralização óssea, as pernas tortas e outros
sinais relacionados com estrutura óssea. É denominado osteomalácia nos
adultos, onde se desenvolve ossos fracos e moles.

A deficiência de vitamina D é causada sobretudo pela falta de exposição à
luz solar e não tanto com vitamina D na dieta, como demonstram novos estudos
independentes. Essa deficiência pode ocorrer em indivíduos idosos porque a
pele produz menos vitamina D, mesmo quando exposta à luz solar.

A deficiência de vitamina D durante a gravidez pode causar osteomalácia na
mulher e raquitismo no feto. A vitamina D tem poucas hipóteses de se tornar
tóxica no corpo, pois quando a pele não transforma o colesterol presente em
vitamina D inativa (só e ativada no figado e rins), os raios solares

10 Dicas para uma entrevista de trabalho

Saber exatamente o que será perguntado a você em uma entrevista de emprego pode ser essencial para garantir sua contratação. A maioria das empresas tem um roteiro com questões que sempre são perguntadas. Sendo assim, você pode ter as respostas previamente planejadas para ter mais segurança durante sua entrevista.

Confira 10 perguntas frequentes em entrevistas de emprego e saiba como respondê-las:
1. "Conte um pouco sobre você"
Essa é uma pergunta que provavelmente farão logo no início da entrevista. É importante que você se lembre de contar características profissionais e experiências de emprego anteriores. Tente ser o mais breve e completo possível durante sua descrição.

2. "Quais são seus pontos fortes?"
Normalmente as empresas especificam nos anúncios de emprego algumas características que consideram essenciais em um candidato, como, por exemplo, "facilidade com relacionamentos interpessoais". Lembre-se de quais foram os elogios que você costumava receber em outros trabalhos e cite suas qualidades principais que se encaixem com o perfil da empresa.

3. "Quais são seus pontos fracos?"
Sua chance de ser contratado pode depender do que você responder a essa pergunta. Não seja honesto demais. Pense em pontos fracos sobre você que não se encaixem diretamente com o emprego ou cite características que são mais positivas do que negativas como, por exemplo, "as pessoas costumam dizer que sou organizado demais".

4. "Por que você quer trabalhar nessa empresa?"
Aproveite essa pergunta para fazer alguns elogios à empresa. Explique o motivo de esse ser o trabalho ideal para você, relacionando suas características com as qualidades da empresa.

5. "Por que você saiu do seu último emprego?"
Se você ainda não teve um emprego, essa questão não é para você. Caso contrário, responda com profissionalismo. Não faça reclamações sobre o seu chefe anterior se esse foi o motivo que fez você deixar seu último trabalho. O melhor é dizer que você queria procurar por novas experiências.

6. "O que você sabe sobre a nossa empresa?"
As empresas costumam fazer essa pergunta para ter certeza de que você sabe a que trabalho está se candidatando. Pesquise sobre a empresa antes de ir à entrevista e foque sua resposta em alguns fatos sobre a história da companhia e sobre o caminho que ela segue atualmente.

7. "De qual conquista pessoal você tem mais orgulho?"
Tente se lembrar de conquistas que se relacionem com a vaga para a qual você está se candidatando.

8. "Conte sobre algum problema que você enfrentou no seu emprego anterior (ou durante algum projeto na sua universidade) e como você lidou com isso"
É importante que a empresa saiba que você não tem dificuldades em lidar com problemas e sabe como resolvê-los. Pense em algo que mostra que você consegue trabalhar sob pressão e tem facilidade em se comunicar.

9. "O que você espera fazer nos próximos 5 anos?"
Deixe claro que você espera ter prosperado no trabalho e que está animado com a oportunidade. A empresa não te contratará se você disser que deseja trabalhar lá durante o menor período de tempo possível para depois procurar uma oportunidade melhor.

10. "Quais são suas expectativas de salário?"
Pesquise sobre quanto uma pessoa da sua idade e com a sua experiência profissional costuma receber e calcule uma média para responder a essa pergunta. Dizer que você está mais interessado no aprendizado que a empresa pode te oferecer do que no salário também é uma boa alternativa.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Gandhi e o Açucar




As 4 Leis da Espiritualidade ensinadas na Índia

A primeira diz: “A pessoa que vem é a pessoa certa“.

Ninguém entra em nossas vidas por acaso. Todas as pessoas ao nosso redor, interagindo com a gente, têm algo para nos fazer aprender e avançar em cada situação.

A segunda lei diz: “Aconteceu a única coisa que poderia ter acontecido“.

Nada, absolutamente nada do que acontece em nossas vidas poderia ter sido de outra forma. Mesmo o menor detalhe. Não há nenhum “se eu tivesse feito tal coisa…” ou “aconteceu que um outro…”. Não. O que aconteceu foi tudo o que poderia ter acontecido, e foi para aprendermos a lição e seguirmos em frente. Todas e cada uma das situações que acontecem em nossas vidas são perfeitas.

A terceira diz: “Toda vez que você iniciar é o momento certo“.

Tudo começa na hora certa, nem antes nem depois. Quando estamos prontos para iniciar algo novo em nossas vidas, é que as coisas acontecem.

E a quarta e última afirma: “Quando algo termina, ele termina“.

Simplesmente assim. Se algo acabou em nossas vidas é para a nossa evolução. Por isso, é melhor sair, ir em frente e se enriquecer com a experiência. Não é por acaso que estamos lendo este texto agora. Se ele vem à nossa vida hoje, é porque estamos preparados para entender que nenhum floco de neve cai no lugar errado.



terça-feira, 14 de maio de 2013

Nova proposta de emprego? Saiba o que avaliar.

Aceitar uma nova proposta de trabalho ou permanecer no atual? Quem já não passou por uma situação como essa, certamente algum dia irá passar. É claro que essa resposta é muito mais fácil de ser respondida caso o profissional esteja desempregado ou não esteja feliz com seu atual emprego. De qualquer forma, tomar uma decisão como essas requer muita análise, autoconhecimento e uma dose de ousadia.
Não analisar uma série de fatores e se cercar de diversos cuidados pode ser muito prejudicial para a carreira e, ao invés de promover crescimento e desenvolvimento profissional e pessoal, pode resultar em frustração, desemprego e ter o passe desvalorizado no mercado de trabalho. Para que isso não ocorra, a primeira análise que a pessoa deve fazer é levar em conta se haverá ou não possibilidade de incremento ou de consolidação da carreira. “Em primeiro lugar, devemos pensar no desenvolvimento profissional. Em seguida, sugiro analisar se os ganhos serão maiores”, indica Odair Montanaro Gazzetta, diretor-presidente da Gazzetta Talent, empresa especializada em executive searching e aconselhamento de carreira.
Para Adália Assis, consultora de RH da Catho, a análise do momento profissional também é fundamental. “Algumas pessoas têm o objetivo de subir de cargo, outras querem salário maior, ou maior qualidade de vida. De acordo com esse objetivo, devemos avaliar as empresas e a proposta oferecida”, explica Adália.
Esse objetivo varia de acordo com o momento em que o profissional está. Há quem queira mais tempo para se dedicar à família. Existem aqueles que querem estudar e não podem trabalhar muito longe, assim como há quem busque um salário maior.
 

Estude a empresa
Estas análises são fundamentais e não são complicadas de fazer. De acordo com Gazzetta, ao procurar informações sobre a empresa, recomenda-se que se estude o porte, a organização, a solidez, a estrutura e a cultura da organização, entre outras características. “Isso é fundamental para saber se a empresa é segura ou não”, declara.
Ao pensar no desenvolvimento profissional, o mais importante é pensar nos desafios que estão sendo oferecidos. “Afinal, se ele está pensando em trocar de emprego, significa que está tentando dar um up grade em sua carreira. Portanto, o foco deve estar na possibilidade de obter conhecimento e gerar valor, não agregar valor”, analisa Gazzetta.
Ao analisar as empresas, é importante procurar conhecer um pouco da cultura da organização e ver se suas práticas e modo de agir com o mercado e com a sociedade são compatíveis com as suas. “É importante, mas não deve ser uma questão determinante. Se fosse assim, as indústrias de cigarro, as que fabricam máquinas que derrubam árvores e as de bebidas alcoólicas deveriam fechar amanhã. O papel social de uma empresa é importante, sim, mas não vai alterar em nada a sua carreira. Não podemos ser hipócritas de acreditar que as empresas têm outros objetivos além do lucro”, comenta Gazzetta.
Outra dúvida muito comum é quando se está numa empresa de grande porte e a oportunidade surge em uma empresa menor. A recomendação continua a mesma: fazer uma avaliação da sua carreira, analisar seus objetivos profissionais, traçar planos e metas. “Às vezes, é mais importante você ser o João em uma empresa pequena que ser o número 25 numa empresa grande. Geralmente, numa empresa menor, você pode ser polivalente e multifuncional. Já, numa grande, você acaba sendo especialista em alguma coisa”, explica Gazzetta.
 

Avalie as oportunidades 
Além do aprendizado, deve-se ainda levar em conta que numa empresa de pequeno ou médio porte as chances de crescimento profissional são maiores. “Se a empresa cresce, geralmente, você cresce junto. Nas empresas maiores, o desenvolvimento de carreira é mais lento”, aponta a consultora da Catho. “Nas empresas maiores, normalmente, os salários e benefícios são melhores que nas menores. Nessa situação, a escolha também deve estar de acordo com os interesses profissionais da pessoa”, aponta.
Depois de muito refletir sobre o desenvolvimento profissional e pessoal, e pesquisar sobre a empresa que está lhe oferecendo uma nova oportunidade, o profissional deve avaliar a remuneração, que deve ser entendida como um conjunto de salário mais benefícios. Tudo isso deve ser colocado na ponta do lápis e pensado se está de acordo com os objetivos do profissional.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

Dicas para ficar mais tranquilo em dia de vestibular

-  Afaste o mau humor e evite discussões.
 

- Procure realizar atividades de lazer e descansar. Faça uma refeição leve e tenha uma boa noite de sono.
 

- Afaste-se de livros e apostilas. Mas, se estudar dedique-se às revisões de véspera dos pontos que aprendeu ao longo do ano até uma certa hora do dia anterior, depois dedique um tempinho para um bom relaxamento. Não tente aprender um conteúdo novo, a menos que ache ter condições de fazê-lo agora. Não estude antes da prova. Lembre-se: mente cansada não leva a nada.
 

- Não use medicamentos fortes. Se tiver que fazer uso de medicamentos, tome somente aquele que seu organismo já está acostumado. 

- Antes de ir para a prova alimente-se de forma apropriada, com comidas leves e nutritivas. Caso a prova for após o almoço, alimente-se mais cedo, pois no período de digestão você poderá ficar com sono ou não render tudo o que pode.

- Vista uma roupa leve e confortável.

 Na hora da prova:

- Ao entrar na sala, respire fundo e desligue-se uns minutos da situação de prova. Não deixe que a ansiedade dos candidatos o contagie.

- Olhe para todo o ano de dedicação aos estudos e lembre-se que o que você tinha para estudar, estudou. Agora, é importante ficar tranqüilo. Esteja ciente de que o vestibular é apenas mais uma etapa que vai ter que passar.

- Ao receber a prova, leia as questões com calma e atenção.

- Comece a prova pelas matérias que você mais domina.

- Se alguma questão for difícil para você, não se assuste, pense que ela será difícil para a maioria dos candidatos. Procure responder as questões que você sabe primeiro, pois assim ganhará tempo e confiança para resolver o resto da prova.

- Leia com atenção o enunciado das questões, e só inicie a resposta após certificar-se de que compreendeu o que a questão está pedindo.

- Deixe as questões que não sabe para o final. Não perca tempo com elas.

- Confira todas as questões antes de entregar a prova.

- Calcule o tempo da prova, distribuindo para cada uma delas.

- Se estiver nervoso e/ou tenso, respire fundo.

- Tome cuidado ao preencher o gabarito.